Seu Lobo

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Ele tá vindoooo! Uhauuuu!
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terça-feira, 31 de julho de 2012

Mamãe disse que não!




Com essa frase simples, quase imbecil, o maranhense morador de rua em São Paulo justificou a entrega à polícia de um pacote com vinte mil reais em dinheiro vivo que ele e a companheira encontraram escondido por ladrões em uma praça. A população dividiu-se entre os que elogiaram o gesto e os que o consideraram uma burrice. Não foi feita uma pesquisa mas não duvido que essa divisão tenha se dado meio-a-meio, tal o caos ético e moral que vigora no Brasil. Ao simplório maranhense, que saiu de Arari, a 130Km da capital aos 12 anos para fugir da pobreza em busca de um destino melhor, sem alcançá-lo, parece ter restado unicamente o patrimônio moral legado por sua pobre mãe cristã.  Sem qualificação e sem apoio algum, restou-lhe a rua, onde, a seu modo, vivia numa felicidade feita do cotidiano prazer de manter-se vivo, de comer e vagar, de ver a vida passar na pressa dos carros, motos, ônibus, trens e metrôs carregados de gente apressada no mecanismo cruel do vai-e-vem da máquina urbana.

Como gratidão o dono do restaurante de onde o dinheiro fora roubado ofereceu um jantar e também cursos profissionalizantes e emprego para o casal em seu estabelecimento. Comentei com minha esposa que talvez não tenha sido o melhor dos presentes, depois de mais de 30 de uma vida sem horários e responsabilidades.  O tempo dirá. Contudo a ética do pobre homem calou como um soco na cara de nossa brasilidade tosca. Mamãe disse que nunca deveria ficar com coisas que não são minhas. Simples assim. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Comprando um carro ou uma ata, tem sempre alguém pra nos passar a pata.


Em São Paulo, de férias com a esposa, visitando genro e filha, resolvemos presentear o casal pelos 5 anos de casados completados ontem, 12/01/2012. Um presente significativo: trocar o carro deles, um popular 1.0, por outro com ar condicionado. Afinal, é item necessário, principalmente pela segurança de poder trafegar com os vidros fechados.  Depois de  avaliar diversas opções decidimo-nos por um Ford Fiesta, pois estava em promoção com dois outros itens de segurança raros em carros populares: freios ABS e air-bags.  “É pronta entrega”, respondeu o vendedor quando perguntamos. Foi feita a avaliação do usado e a negociação, etc. Assinamos os papéis, fui ao banco e paguei a diferença à vista. Tudo pronto. E então, a surpresa: “O carro não está em São Paulo e sim no nosso depósito, em Caçapava e só será entregue em cinco dias”. Fiquei fulo da vida, aborrecido e muito irritado. Por que o brasileiro é assim, sempre desonesto? O cara tinha levado a gente pra ver o carro no pátio. Tinha dito “esse é o carro”. E agora vinha com essa, de que “esse é o carro” queria dizer apenas que “esse é o tipo de carro”! Pode? A ainda insistiu em dizer que havia informado que a pronta entrega padrão da loja é de 5 dias úteis. No fim eu é que seria o culpado, por não ouvir direito!  Veio o gerente. Escutou a história e disse “A gente treina esse povo mas eles, na ânsia de vender, cometem esses erros. O senhor nos perdoe”. O resultado é que o jeitinho e a malandragem sempre aparecem para transformar um momento de alegria em aborrecimento.  “Vamos fazer um exercício mental e esquecer esse pequeno aborrecimento” – falei pra minha turma. De noite fomos jantar juntos.

Hoje fui ao Mercado Municipal.  Andando daqui pra ali entre os boxes do famoso mercado, com frutas e iguarias exóticas de todas as partes do Brasil e do mundo, com aquela riqueza de odores, cheiros e cores que enchem nossos sentidos. Num dos boxes, perguntei: “Qual o preço da ata[1]?”  “R$ 20,00 o quilo. Quer experimentar?”  “Não, não, obrigado”. “Tome, experimente, por favor”, e foi logo cortando uma delas e me dando a metade num guardanapo. Meio sem jeito, aceitei. Enquanto degustava olhei para a cesta de  athemoya, uma fruta exótica da Amazônia. O cara, mais que rápido, pegou uma e já veio com outro naco pra mim. Rejeitei. Mas ele, insistente, me fez pegar uma lasquinha. Ainda no meio, vem ele com uma pitaya, vermelha, suculenta! Essa rejeitei mesmo, com toda força das palavras e gestos, já que havia acabado de almoçar. Agradeci e, quando ia saindo, adivinha o que aconteceu? O sujeito começou a me insultar, dizendo que eu dissera que iria comprar a ata e por isso ele partiu uma pra eu provar. “O senhor quer comer de graça? Tá escrito besta aqui na minha testa?”  Gente, eu fiquei branco, depois vermelho, sem fala! Mas minha paralisia durou só uma fração de segundo. Gritei mais alto que ele: “Não tá escrito besta, mas deveria estar escrito CRETINO”.  Eu gritei com força e num tom intimidativo.  “Eu não pedi nada, o senhor foi quem insistiu pra eu provar. E, quer saber, agora é que eu não compro mais nesse box, nem hoje nem nunca mais. O senhor deve ser daqueles que sentam no sofá de noite, assistem ao jornal na TV e ficam indignados com as falcatruas dos políticos. Mas o senhor é igualzinho a eles.”  Falei tudo assim, de supetão, naquelas lacunas mágicas de silêncio que às vezes ocorrem. O cara ficou tão sem graça, afastou-se para o fundo do box sem dizer mais nada. Os companheiros vendedores de outros boxes olhavam com rosto surpreso, como se não acreditassem no que viam. 

Saí apressado e fui embora, aborrecido até a alma. Me pergunto sempre, por que, meu-deus-do-céu, o brasileiro é assim?  Seja na maior concessionária Ford de São Paulo, a CAOA, seja num box de mercado, na compra de um carro ou de uma ata, sempre a malandragem, o jeitinho, a tentativa de ludibriar!  A impressão que dá é que tá tudo perdido. De cima a baixo, de fio a pavio, do pedreiro ao magistrado, tá tudo podre!

Sei que não é bem assim, mas, tem hora que dá um desespero. Parece que não se pode mais confiar em ninguém.  Sinceramente, do jeito que as coisa vão, fico pensando quanto tempo vai demorar para que nos tornemos um país sério.


[1] Ata, fruta do conde ou pinha.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Eu sou Honesto?


Será que é possível aferir o grau de honestidade de uma pessoa? 


Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delúbio? Da Roseana Sarney? do Jucá? do Kassab? Dos mais 300 picaretas do Congresso?


Perambulando pelos sites na internet encontrei um texto sem autoria definida que fazia questionamentos éticos aos que facilmente gostam de criticar os políticos corruptos. Imediatamente tive a ideia de ajustar aquelas questões e criar um teste de honestidade.



Esse teste não tem valor científico, pois a moral e a ética estão fora do campo da ciência. Não há como aferi-los matematicamente.  O critério de apuração e os padrões de referência (faixas e classificação) são, evidentemente, bastante subjetivos. Porém podem servir como uma referência, ainda que não absoluta, com o objetivo de gerar alguma reflexão e confrontar a realidade da nossa condição humana.



Antes, deixe-me trazer aqui uma parábola que Jesus contou aos seus discípulos: a parábola dos talentos. Ela é muito ilustrativa do que acontece normalmente na vida social. Diz que um rico proprietário fizera uma longa viagem. Antes, porém, chamou seus servos e lhes distribuiu porções em dinheiro (que na parábola são chamados de talentos) a cada um para que administrassem. Ao retornar, vieram prestar contas. Todos multiplicaram seus talentos, exceto um, justo aquele que recebera menos, que resolveu enterrar o seu único talento. A cada um dos demais servos, que multiplicaram seus talentos, o proprietário recompensou dizendo: “foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei” e àquele que enterrou o talento e não o multiplicou disse “tirai-lhe o talento e dai-o ao que tem mais; pois ao que tem ser-lhe-á dado, mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado”.


Dessa parábola quero pinçar apenas a primeira resposta do proprietário aos seus servos fiéis: “foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”

Todos estamos indignados com o nível de corrupção que atingiu a vida pública brasileira em todos os níveis. E, o pior, em vez de diminuir, a corrupção só faz aumentar.  Chegamos a admitir um “certo grau” de tolerância. Mas será isso correto?

No início dos anos 1990 o Maranhão foi governado por João Alberto, político vinculado ao grupo Sarney e que atualmente também é, como Sarney, senador pelo Maranhão. João Alberto protagonizou então um dos bordões políticos mais lastimáveis, como diria o ex-presidente Lula, desde “nuncaantesnahistóriadestepaís”. Em 1992, candidato a prefeito da Capital, mandou publicar em outdoors por toda a cidade: “Fiz um governo 90% honesto”.  Dr.  Jackson Lago, então prefeito em segundo mandato, patrocinando a eleição de Conceição Andrade, publicou em outros outdoors: “Quem é 90% honesto é 100% desonesto”.  João Alberto foi derrotado e carrega até hoje esse estigma: 90% honesto.

Na época cheguei a dizer que se João Alberto tivesse realmente sido 90% honesto ele já seria, de longe, um dos mais honestos políticos desse país, tal o grau de corrupção que estávamos vivendo. Lastimavelmente talvez hoje ainda seja razoável essa afirmação.  Ao que parece o sistema político não admite uma liderança com o nível de honestidade de100%.

Será que fazer pequenas concessões à ética é aceitável? Será que é razoável alguém ser 90%, 95% (ou outro percentual qualquer) honesto?  Será que uma pessoa que não é fiel no pouco, poderá sê-lo no muito? 


Faça o Teste de Honestidade Pessoal e veja se você tem credibilidade para criticar os políticos.

Marque:  A=Nunca;  B=Às vezes;  C=Geralmente;  D=Sempre

1.       - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas?  [      ]
2.       - Fala no celular enquanto dirige?  [      ]
3.       - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas?        [      ]
4.       - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração?      [      ]
5.       - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura?    [      ]
6.       - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos? [       ]
7.       - Trafega pelo acostamento num congestionamento?      [       ]
8.       - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas?      [      ]
9.       - Viola a lei do silêncio?    [      ]
10.   - Dirige após consumir bebida alcoólica?    [      ]
11.   - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas?     [      ]
12.   - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho?   [      ]
13.   - Faz "gato " de luz, de água e de tv a cabo?       [      ]
14.   - Registraria um imóvel num valor mais baixo para pagar menos impostos? [      ]
15.   - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas?   [      ]
16.   - Compra recibo para abater na declaração de IR para pagar menos imposto? [      ]
17.   - Declararia se negro para ingressar na universidade através do sistema de cotas?  [      ]
18.   - Em viagem a serviço, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20?  [      ]
19.   - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes?   [      ]
20.   - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes?    [      ]
21.   - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado? [      ]
22.   - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata?   [      ]
23.   - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca?     [      ]
24.   - Mente a idade do filho para que passe por baixo da roleta do ônibus sem pagar? [      ]
25.   - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA?   [      ]
26.   - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho?     [      ]
27.   - Leva do trabalho pequenos objetos, (clipes, envelopes, canetas, lápis)?   [      ]
28.   - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe da empresa?  [      ]
29.   - Ao voltar do exterior mente ao fiscal sobre o que traz na bagagem?  [      ]
30.   - Acha um objeto, com a identificação do dono, mas fica com ele?  [      ]
31.   - Coloca nome em trabalho que não fez?    [      ]
32.   - Coloca nome de colega que faltou em lista de presença?   [      ]
33.   - Paga para alguém fazer seus trabalhos?   [      ]
34.   - Acha uma carteira c/documentos e R$ 1000, devolve mas fica com o dinheiro? [      ]
35.   - Lava a calçada com água tratada?      [      ]
36.   - Fura o sinal quando não há um sensor fotográfico?    [      ]
37.   - Fica com o troco a mais que, por engano, recebeu no caixa do supermercado? [      ]
38.   - Usa os R$1000,00 depositado na sua conta, sem procurar saber a origem?     [      ]
39.   - Bate num carro ao manobrar e, como ninguém viu, vai embora aliviado?     [      ]
40.   - Subtrai pequenos objetos de gôndolas de supermercado e põe na bolsa?      [      ]       


As respostas ao teste coloquei no post anterior. Faça o teste sinceramente, para sua economia pessoal.

Anote num papel as quantidade de respostas A; B; C e D. Só então, veja a apuração no blog anterior.

Mas se você conseguir enganar-se a si mesmo, não precisa olhar a resposta.

Respostas ao Teste de Honestidade Pessoal:



Critério de Apuração:














Padrões de Referência:











 Classificação :

 400 pontos               
Você não existe. Você pensa que existe, mas isso é uma ilusão.

O que vc pode fazer? 
Belisque-se, morda a língua. Se doer, corra a um especialista e peça para ser usado numa pesquisa genética de melhoramento da raça.

Credibilidade:           
Total. Você pode ser chamado pelo Altíssimo para ajudar na administração do Universo.

Nível 1:  Mais de 375 pontos:
Você é quase perfeito! Uma pessoa honestíssima, altamente conscienciosa e de excepcional valia para a sociedade. Tem caráter e grande força moral. Não precisa de vigilância para agir corretamente. Tem capacidade própria para resistir às demandas dos corruptores. Será um excelente pai ou mãe de família, infundindo valores firmes aos seus filhos e influenciará positivamente amigos, parentes e vizinhos.  

O que vc pode fazer?          
Você pode atuar em prol de grupos comunitários e organizações não governamentais com ótimas possibilidades de promover valores sociais e coletivos. Pode também usar sua força moral para influenciar jovens e adolescentes nos meios onde tem influência, engajando-se em programas de cultura da cidadania. Pode ainda, se tiver dom e carisma pessoal, candidatar-se a um cargo público. Seria um político exemplar, incorruptível, no estilo Pedro Simon.  

Credibilidade:           
Altíssima. Você pode criticar a corrupção dos políticos com segurança pois tem moral para tanto.

Nível 2: De 345 a 374 pontos:
Você é uma pessoa bastante honesta, correta e conscienciosa, um cidadão de valor. Respeita a ordem e procura fazer a sua parte. É confiável e seguro de si. Porém tolera uma certa flexibilidade, que, embora pequena, pode ser uma porta para a corrupção. Quando sob vigilância reage muito bem, mas em situações onde se sinta seguro sofrerá tentação para ceder um pouco. O problema é que esse “um pouco” pode crescer e sair de controle.  Contudo você tem boa resistência para mantê-lo sob controle e será capaz de usar essa flexibilidade em prol de ganhos maiores para a vida em geral, não exclusivamente para si.

O que vc pode fazer?          
Primeiramente buscar, seja na religião, seja na filosofia, leituras que fortaleçam sua posição moral e ética.  Inspirar-se em bons exemplos e boas biografias será de grande utilidade pois você já tem a base. Com esta base você pode facilmente melhorar seu perfil e tornar-se ainda mais confiável.   Você pode engajar-se em organizações que promovem o bem-estar coletivo e defendem princípios da dignidade e da cidadania. Tem moral para isso.

Credibilidade:           
Alta. Você pode criticar a corrupção dos políticos. Mas tem consciência de que não é uma questão simples. Sabe muito bem que você mesmo seria tentado e precisa estar atento para resistir. Precisa ser mais vigilante e criterioso consigo mesmo.

Nível 3: de 314 a 344 pontos:
Você ainda é uma pessoa honesta e confiável, porém adota um grau de flexibilidade num nível suficiente para representar perigo ao agir sob pressão ou resistir a oportunidades seguras de ferir a ética. Tem razoáveis princípios de cidadania, porém tende a relativizar em proveito próprio em coisas, a seu ver, de menor importância.

O que vc pode fazer?          
Buscar com diligência reforçar sua posição ética e moral mediante participação em grupos de desenvolvimento humano. Se não fizer nada a respeito sua base pode enfraquecer e, até mesmo, desmoronar diante de uma pressão imprevista. Use a religião ou a filosofia, mediante leituras e práticas comunitárias, para promover o seu autodesenvolvimento. Use sua influência familiar, seja como pai, mãe ou filho(a) como laboratório. Exercite seus valores para fortalece-los. Você pode ser um político, mas terá que despender muita força moral para não cair na vala comum. Entretanto você tem base potencial para se superar.

Credibilidade:           
Média. Você ainda tem moral para criticar a corrupção dos políticos, mas, no fundo, sabe que teria certa dificuldade se estivesse no lugar deles. Você pensa ser razoável que um político seja 90% honesto, como disse o senador maranhense João Alberto em 1992. Mas lembre-se da resposta do então prefeito de São Luís, Dr. Jackson Lago: “Quem é 90% honesto é 100% desonesto”.  

Nível 4: de 283 a 313 pontos:
Você está sendo uma pessoa flexível demais e, por isso, apenas razoavelmente honesta.   A relativização dos valores éticos e morais na sociedade pós moderna atual pode estar exercendo grande impacto sobre você e corroendo seus valores. Você pode estar sendo vítima do efeito Rui Barbosa: De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.

O que vc pode fazer?          
Reagir, enquanto é tempo! Pare e comece a reformular seus princípios. Precisa refletir sobre si mesmo e perguntar-se sobre o real sentido de tudo isso que é a vida e o mundo. Precisa redescobrir o valor da ética e da moral e fortalece-los em você. Estabeleça um programa de atenção em todas as suas atitudes e conte até 3 antes das decisões.

Credibilidade:           
Baixa. Você tende a criticar a corrupção dos políticos mais como uma forma de desabafo, como um tipo de justificativa oculta para generalizar sua própria conduta.  

Mais de 252 a 282 pontos
Você não chega a ser abertamente desonesto, mas está bem próximo. Tem baixa resistência à pressão e é propenso a ceder quando sem vigilância.

O que vc pode fazer?          
Reconstruir seus alicerces éticos e morais quase do zero. Precisa urgentemente estudar filosofia e aderir a uma religião. Precisa encontrar alguma pessoa amiga que lhe sirva de referência ética e moral.

Credibilidade:           
Baixa. Você não tem credibilidade nem força moral para criticar os políticos corruptos. Se fosse um político você provavelmente faria o mesmo que eles fazem.


Nível 6: de 221 a 251 pontos
Você já é um corrupto em potencial e se surgir a oportunidade certa você botará a mão na bufufa!

O que vc pode fazer?          
Precisa reconstruir seus alicerces éticos e morais quase do zero. Precisa urgentemente estudar filosofia e aderir a uma religião. Precisa encontrar alguma pessoa amiga que lhe sirva de referência ética e moral.

Credibilidade:           
Muito baixa. Você não pode criticar os políticos corruptos. Se fosse um político você certamente seria um deles.


Nível 7: até  de 220

 pontos:                     
Você já é um desonesto pleno e um corrupto pronto.  

O que vc pode fazer?          
“Vigiar e orar, para não cair em tentação”

Credibilidade:           
Baixíssima. Você não pode criticar os políticos corruptos.